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O policial militar se entregou à Polícia uma semana após Tribunal de Justiça do Ceará
negar habeas corpus

Uma semana após o Tribunal de Justiça do Ceará negar habeas corpus mantendo a prisão preventiva contra o policial militar João Genival Martins, de 50 anos, ele se entregou à polícia. O Sargento PM J. Martins é acusado de um crime de pistolagem em outubro do ano passado em Porteiras na região do Cariri. Por volta das 10 horas desta quarta-feira ele chegou acompanhado do seu advogado ao Núcleo de Homicídios e Proteção à Pessoa da Regional de Polícia Civil de Juazeiro do Norte.

Após se apresentar, assinou o Mandado de Prisão e foi recambiado para uma cela na sede do 2º BPM em Juazeiro. Antes de ser transferido ao Presídio Militar em Fortaleza, o sargento participa da primeira audiência de instrução criminal prevista para esta quinta-feira na Comarca de Porteiras. O mesmo nem prestou depoimento ao delegado plantonista no NHPP da Delegacia de Juazeiro. É que o Inquérito Policial já foi concluído pelo Delegado de Brejo Santo, Robeilton Amorim, e entregue à justiça.

Em Juazeiro foi apenas dado cumprimento ao mandado judicial contra o PM que reside no Sítio Maniçoba em Porteiras e estava foragido. Ele é acusado de matar a tiros Arlindo Belo da Silva Júnior, de 30 anos, no 14 de outubro perto do estádio Teixeirão no bairro Aristaco Cardoso em Porteiras. O crime foi arquitetado pela esposa da vítima Iraci Soares de Oliveira, de 48 anos, presa no último dia 17 de março com o seu genro, Mardey Aparecido Bernardino Medeiros, de 30 anos, que a ajudou no planejamento.

Existem informações que a vítima tinha recebido uma herança no valor de R$ 90 mil, cujo dinheiro estava na conta da mulher. Depois, Iraci soube de um relacionamento extraconjugal de Arlindo que chegou a propor separação e, desse dinheiro, queria apenas a metade. Provavelmente, o ciúme e a recusa em dividir o dinheiro teriam motivado o plano para matar o companheiro.

Nesse contexto, o genro teria contratado o Sargento PM J. Martins para a execução no que se acompanhou do ex-soldado excluído da PM pernambucana, Cícero Ramiro Araújo Targino, de 36 anos, preso no dia 7 de abril. O Sargento está afastado da corporação devido a uma licença para tratamento de saúde e chegou a ser preso três dias após o crime com um revólver, cujo exame balístico já tinha comprovado que a arma foi a usada no homicídio.

Por: Miséria

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