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Governo afirma que greve de PMs é ilegítima e deve penalizar policiais envolvidos

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Circula nas redes sociais vídeos de vários policiais civis e militares do Ceará que afirmaram nesta terça-feira (18), paralisar atividades em todo o Estado. Segundo o governo, todos os policiais envolvidos em atos que configurem crime militar terão Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado de imediato pelos comandos, Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado pela CGD, além de sofrer todas as sanções previstas em lei e ser excluídos da folha de pagamento pela Secretaria de Planejamento.

Em alguns dos vídeos publicados, policiais – em sua maioria sem fardamento – aparecem encapuzados, ou usando balaclava e secando pneus de veículos da Polícia, além de estarem armados e ameaçando paralisar atividades de vistoria e diligências em várias cidades. Um dos vídeos, inclusive, mostra alguns policiais convocando para a paralisação e fazendo uma espécie de rebelião, com veículos parados ao redor do Centro de Apoio aos Romeiros, em Juazeiro do Norte, onde também se localiza a sede do RAIO e da CIOPS.

A 20ª Regional de Juazeiro do Norte afirmou em suas redes sociais que a Polícia Civil não está em greve, e que destacamentos e delegacias da região estão funcionando normalmente. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Ceará afirma que pelo menos 150 policiais já tiveram IPM instaurados, bem como os comandos não irão tolerar atos de indisciplina e quebra de hierarquia.

Ainda de acordo com o Governo, os policiais que abandonarem o serviço também passarão por todas as sanções previstas em lei, além da exclusão da folha de pagamento pela Secretaria de Planejamento.

Justiça determina fim de protestos
A Justiça determinou na segunda-feira (17) que os policiais se abstenham de realizar protestos e atos grevistas. Também ficou decidido que, em caso de manifestação por aumento salarial, os policiais podem ser presos.

A decisão da Justiça ocorre em meio a atos de policiais que reivindicam uma reestruturação salarial da categoria. A proposta foi enviada à Assembleia Legislativa pelo governador do Ceará, Camilo Santana, na semana passada.

Conforme a proposta, o salário-base de um soldado será de R$ 4,5 mil, com aumento progressivo até 2022. O salário atual da categoria é de R$ 3,2 mil. A proposta inicial, rejeitada pelos policiais, era aumento para R$ 4,2 mil até 2022.

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